quinta-feira, 6 de março de 2014

ATENDIMENTO ESCOLAR DE PESSOAS COM SURDEZ



A inclusão do aluno com surdez na escola comum


Hoje em dia para se falar na educação de pessoas com surdez é necessário perceber as mudanças de comportamento que as tecnologias foram inseridas na vida humana. Rompemos com espaços e tempos secularmente instituídos e passamos a conviver com novos paradigmas cunhados pela virtualização e globalização. É inquestionável que essas condições possibilitar novas formas dos homens possibilitar novas formas de interação social entre si, e consequentemente nas formas de educar, exigindo uma reorganização do espaço escolar. Alguns elementos são fundamentais para essa conquista, podemos citar o uso de recursos didático-pedagógicos que se enquadram com os recursos tecnológicos que dispomos hoje, um projeto pedagógico reflexível por cima da ação pedagógica, o papel do professor e sua qualificação, o papel do aluno, e o uso das novas Tecnologias na Educação.
A disciplina Atendimento Educacional Especializado para alunos, do Curso de Formação de Professores para o Atendimento Educacional Especializado, busca discutir o acesso aos conteúdos curriculares pelos surdos. Uma nova política de EDUCAÇÃO ESPECIAL na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoa com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/ institucionais, porém por mais que as políticas estejam já definidas muitas questões e desafios ainda estão para ser discutidos, muitas propostas, principalmente no espaço escolar , nossa intenção é interpretar a pessoa com surdez, à luz do pensamento pós- moderno, como ser humano descentrado, por acreditar no corpo biológico, não em sua parte com deficiência, mas nas outras, que dão a pessoa potencialidade; além de considerar que esse ser não é no todo surdo, mas há uma parte com surdez, a pessoa com surdez não e estrangeira em seu próprio país, mas usuária de um sistema linguístico com características e status próprios .    É importante frisar que a perspectiva inclusiva rompe fronteiras, territórios quebra preconceitos e procura dar ao ser humano com surdez, amplas possibilidades sociais e educacionais. Se só a posse de uma língua bastasse para aprender, as pessoas ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola com uma língua oral desenvolvida. Compreendemos que o fracasso do processo educativo das pessoas com surdez é um problema da qualidade das práticas pedagógicas e não um problema somente focado nessa ou naquela língua, mesmo numa diferença cultural, Acredito ter salientado anteriormente a interpretação que damos a esses aspectos abordados, pois a deficiência da pessoa com surdez a limita num aspecto sensorial, mas há possibilidades, em outros.                                               
Nesse sentido o professor do AEE, na condição de autoridade, para gestar e com responsabilidade para construir o ambiente de aprendizagem para esse aluno, conseguido precisa ser repetido, construindo a aprendizagem significativa; ao aprender o saber, a pessoa com surdez realizara sua aplicabilidade no seu cotidiano de vida. Analisando o texto dos autores (Mirlene Ferreira Macedo Damázio e Josimário de paulo Ferreira) cheguei a conclusão que trabalhar com pessoas surdas, requer muito esforço, dedicação e acima de tudo ter uma boa relação com os alunos, sempre procurando desenvolver estímulos para que os mesmos se interesse pela vida escolar, e que ele não fique desestimulados chegando até mesmo ao fracasso escolar , para que isso não chegue a acontecer, os professores precisam fazer uso de materiais concretos e recursos didáticos, o planejamento precisa ser flexível , onde podemos estar vendo o que deu certo ou não , para poder estar adaptando as atividades  de acordo com que os alunos estão trabalhando em sala comum e na sala do AEE.