A inclusão do aluno com surdez na escola comum
Hoje em dia para se falar na educação de
pessoas com surdez é necessário perceber as mudanças de comportamento que as
tecnologias foram inseridas na vida humana. Rompemos com espaços e tempos
secularmente instituídos e passamos a conviver com novos paradigmas cunhados
pela virtualização e globalização. É inquestionável que essas condições
possibilitar novas formas dos homens possibilitar novas formas de interação
social entre si, e consequentemente nas formas de educar, exigindo uma
reorganização do espaço escolar. Alguns elementos são fundamentais para essa
conquista, podemos citar o uso de recursos didático-pedagógicos que se
enquadram com os recursos tecnológicos que dispomos hoje, um projeto pedagógico
reflexível por cima da ação pedagógica, o papel do professor e sua
qualificação, o papel do aluno, e o uso das novas Tecnologias na Educação.
A disciplina Atendimento Educacional Especializado para alunos, do Curso
de Formação de Professores para o Atendimento Educacional Especializado, busca
discutir o acesso aos conteúdos curriculares pelos surdos. Uma nova política de
EDUCAÇÃO ESPECIAL na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoa com
surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/
institucionais, porém por mais que as políticas estejam já definidas muitas
questões e desafios ainda estão para ser discutidos, muitas propostas,
principalmente no espaço escolar , nossa intenção é interpretar a pessoa com
surdez, à luz do pensamento pós- moderno, como ser humano descentrado, por
acreditar no corpo biológico, não em sua parte com deficiência, mas nas outras,
que dão a pessoa potencialidade; além de considerar que esse ser não é no todo
surdo, mas há uma parte com surdez, a pessoa com surdez não e estrangeira em
seu próprio país, mas usuária de um sistema linguístico com características e
status próprios . É importante frisar que a perspectiva
inclusiva rompe fronteiras, territórios quebra preconceitos e procura dar ao
ser humano com surdez, amplas possibilidades sociais e educacionais. Se só a
posse de uma língua bastasse para aprender, as pessoas ouvintes não teriam
problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola com uma língua
oral desenvolvida. Compreendemos que o fracasso do processo educativo das
pessoas com surdez é um problema da qualidade das práticas pedagógicas e não um
problema somente focado nessa ou naquela língua, mesmo numa diferença cultural,
Acredito ter salientado anteriormente a interpretação que damos a esses
aspectos abordados, pois a deficiência da pessoa com surdez a limita num
aspecto sensorial, mas há possibilidades, em outros.
Nesse
sentido o professor do AEE, na condição de autoridade, para gestar e com
responsabilidade para construir o ambiente de aprendizagem para esse aluno, conseguido
precisa ser repetido, construindo a aprendizagem significativa; ao aprender o
saber, a pessoa com surdez realizara sua aplicabilidade no seu cotidiano de
vida. Analisando o texto dos autores (Mirlene Ferreira Macedo Damázio e
Josimário de paulo Ferreira) cheguei a conclusão que trabalhar com pessoas
surdas, requer muito esforço, dedicação e acima de tudo ter uma boa relação com
os alunos, sempre procurando desenvolver estímulos para que os mesmos se
interesse pela vida escolar, e que ele não fique desestimulados chegando até
mesmo ao fracasso escolar , para que isso não chegue a acontecer, os
professores precisam fazer uso de materiais concretos e recursos didáticos, o
planejamento precisa ser flexível , onde podemos estar vendo o que deu certo ou
não , para poder estar adaptando as atividades
de acordo com que os alunos estão trabalhando em sala comum e na sala do
AEE.
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